quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Liderança não se impõe, conquista-se


Seja conhecido
Você deve conhecer pessoalmente todas as pessoas de sua equipe. Escute com atenção todas as informações que sua equipe lhe repassa e anote-as.
Cautela no momento das mudanças

Seja cauteloso caso deseje efetuar mudanças, caso você seja novo na função de líder. Mudanças repentinas poderão dar a impressão de que você não está aprovando as ações realizadas pelos membros da equipe e nem está valorizando-as. As mudanças imediatistas costumam ter resultados desagradáveis.
Conheça sua equipe
Tenha acesso às informações das pessoas de sua equipe, normalmente estas informações são fornecidas pelo setor de recursos humanos ou departamento de pessoal da empresa.

Analisar e verificar as pastas de treinamento de cada membro, quais cursos realizou e qual sua formação e conhecimentos.
Verificar a assiduidade das pessoas na empresa, e ainda o prontuário médico, pois assim você poderá ter acesso ao modelo comportamental de cada pessoa.

Ter acesso ao registro de ocorrência disciplinar de cada indivíduo poderá fazer com que você antecipe algumas atitudes na hora de tomar decisões. Identificar futuras lideranças. 
Ter o apoio das pessoas de referência na equipe é de suma importância, por isso identifique-os o mais brevemente possível e valorize as atividades por ele efetuadas e assim você terá apoio destas possíveis lideranças no decorrer de suas atividades na função de liderar.
Reuniões ajudam
Reunião de apresentação é um bom caminho ao assumir uma equipe. Usufrua desta reunião para apresentar-se e para verificar as necessidades e desejos de sua equipe. É bom preparar um cronograma para seguir e não fugir do assunto para qual foi planejada a reunião. A seguir, algumas orientações que podem servir de apoio:

Conte sua trajetória dentro da empresa se você estiver sendo promovido ou, caso contrário, a trajetória de sua carreira profissional.

Informe para que você foi contratado e o que a empresa está esperando de você.

Coloque em pauta assuntos pertinentes ao trabalho e a atuação da equipe e faça com que os membros participem.

Caso surjam assuntos que necessitem de informações fora de seu alcance naquele momento, anote-os, procure resolvê-los e posicione sua equipe com uma resolução para cada questionamento, individualmente ou em uma nova reunião.

Para encerrar, agradeça a todos os participantes e valorize a importância da presença de cada um da equipe naquela reunião.
E o mais importante, não deixe de fazer tudo que prometeu.
Não dê ouvidos para tudo
Sabemos muito bem que há um mal instalado na maioria das empresas e, consequentemente, nas equipes de trabalho, a tal da fofoca. Ignore-a sempre, ela só trás desentendimento entre os membros da equipe e perturbação na condução das atividades de toda a equipe. Acabe com a fofoca imediatamente, antes que haja uma contaminação no ambiente de trabalho.
Aja positivamente
Suas atitudes sempre serão observadas e copiadas pelos seus liderados, portanto mantenha-se e aja sempre com postura profissional e ética. Atue sempre positivamente e isso será repetido por toda sua equipe e você servirá de referência para a empresa.
Conhecer seus objetivos
Tenha claro em sua mente seus objetivos e propósitos e assim você conseguirá transmitir com clareza as determinações confiadas a você pela diretoria da empresa. Expresse constantemente os objetivos da empresa para toda a equipe e os motivos pela qual estão trabalhando.
Lembre-se que, para ser um líder, você nunca pode estar desinformado e muito menos parar de adquirir conhecimentos. Tenha sempre a certeza de que você possui a melhor ferramenta disponível no mercado para liderar uma equipe, a sua mente
http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/lideranca-nao-se-impoe-conquista-se/87018/

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Ministério de Louvor

Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias
1 Coríntios 1:27
Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias
1 Coríntios 1:27

Artigo: 30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer

O ministro de louvor Ronaldo Bezerra nos enviou um ótimo artigo para ministros de louvor, dança e também técnicos de som. 

O tema da matéria é: "30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer", e você confere na íntegra abaixo: 

1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração 

- Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15). 

A) Aspecto espiritual 

- É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”. 

- Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito. 

- Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar. 

B) Aspecto musical 

- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento. 

- Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras. 

- É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas. 

- Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc. 

- Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam. 

2- Nunca preparar a ministração 

- Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra. 

- Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc. 

- Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes. 

- Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor! 

3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação 

- O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança. 

- Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”. 

4- Não aceitar as críticas 

- Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer. 

- Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja. 

5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor 

- Não seja “juiz” das pessoas. 

- Mostre a graça de Deus e o amor. 

- Não seja grosseiro e indelicado. 

- Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora. 

- Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração. 

- Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim. 

- Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas. 

6- Utilizar o púlpito para desabafar 

- Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia! 

- Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4). 

7- Gritaria 

- Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis. 

- Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40). 

- Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade. 

- Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados. 

8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração 

- Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos, aquele que errou. 

- Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem expor nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem somos. 

- Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros. 

9- Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado 

- Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado! 

- Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto. 

10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração 

- Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua! 

- Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público. 

- Evite deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc. 

11- Contar histórias ou piadas fora de hora 

- Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido. 

- Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas. 

12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção 

- É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais. 

- É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais. 

- Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração. 

- Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação. 

13- Exagerar nos improvisos 

- A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música. 

- Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais! 

- Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical. 

- Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores. 

- Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu cd solo. 

- Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias. 

- Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado. 

14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos 

- Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos! 

- A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz. 

15- Comunicação inadequada ao tipo de público 

- Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa. 

- Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando. 

16- Vestimenta inadequada 

- Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando. 

- Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc. 

- Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos. 

17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado 

- Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque! 

- Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo. 

18- Cantar fora da tessitura vocal 

- A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos. 

- Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar. 

- O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais. 

19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião 

- Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um cd por exemplo. 

- Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino. 

20- Cantar muitas músicas num período curto de ministração 

- Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor). 

- Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente. 

- Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário. 

21- Ensinar muitas canções num período de ministração 

- Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia. 

- Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão. 

22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações 

- A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente. 

- Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar, significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc. 

23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo 

- É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa. 

- Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo. 

24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados 

- Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas. 

- Cantemos cânticos teologicamente corretos 

- Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou. 

25- Imitar outros ministros 

- Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu. 

- Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc. 

- Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc. 

- Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito! 

- É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleguinha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim...”) 

26- Deixar o auditório em pé por muito tempo 

- Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente. 

- Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado. 

27- Deixar de participar de outros momentos do culto 

- Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc. 

- Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus! 

28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som 

- É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área. 

- Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes. 

- Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado. 

- Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total! 

- Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som. 

- Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo. 

- Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração. 

- Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus. 

29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança 

- Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar. 

- Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada. 

- Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual. 

- Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante. 

30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria 

- Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus. 

- Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério. 

- O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria...” (Sl 100:2). 

- Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério! 

Escrito por Ronaldo Bezerra - Publicado no Supergospel com autorização 

O artigo acima foi escrito pelo Ronaldo Bezerra, quem quiser entrar em contato com ele, atente para os contatos abaixo. 

“Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso” – II Cr 29:11 

Ronaldo Bezerra - Contato ( Shows e Eventos ) - (011) 6190-1839 (das 10hs as 17:30hs) ou (011) 7452-6038 - Falar com Gabriel Baldin. 

SEJA SOCIAL :)

http://www.supergospel.com.br/noticia_artigo-30-erros-que-o-ministro-de-louvor-no-pode-cometer_1359.html


Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias
1 Coríntios 1:27

Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias
1 Coríntios 1:27
Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias
1 Coríntios 1:27

sábado, 25 de outubro de 2014

A dureza da cerviz

Texto Introdutório
” Tomai este livro da lei, e ponde-o ao lado da arca da aliança do SENHOR vosso Deus, para que ali esteja por testemunha contra ti.
Porque conheço a tua rebelião e a tua dura cerviz; eis que, vivendo eu ainda hoje convosco, rebeldes fostes contra o SENHOR; e quanto mais depois da minha morte?
Ajuntai perante mim todos os anciãos das vossas tribos, e vossos oficiais, e aos seus ouvidos falarei estas palavras, e contra eles por testemunhas tomarei o céu e a terra.
Porque eu sei que depois da minha morte certamente vos corrompereis, e vos desviareis do caminho que vos ordenei; então este mal vos alcançará nos últimos dias,quando fizerdes mal aos olhos do SENHOR, para o provocar à ira com a obra das vossas mãos.  ” Deuteronômio 31:26-29
Texto de Joanilson Rodrigues
A “cerviz” é  uma palavra que é repetida algumas vezes na bíblia para designar pessoas que  possuem dureza na sua constituição espiritual e que resistem às palavras de Deus e aos seus tratares.
Você sabe onde fica a cerviz no corpo humano? Uma dica: Ela está relacionada com a coluna.
A nossa coluna possui vértebras sacrais, que ficam na extremidade inferior, depoisvértebras lombares que ficam na parte de baixo das costas (na chamada “curvinha”) e, no caso das pessoas que tem lordose, uma “curvona” mesmo acima do bumbum.
Acima das vértebras lombares  estão as vértebras toráxicas que, como o nome indica, ficam na altura do tórax, ou um pouco abaixo da altura do peito até abaixo da altura dos ombros.
Muito bem, é justamente acima dos ombros até um pouco abaixo da cabeça é que ficam as vértebras responsáveis por todo o funcionamento do corpo, as chamadas vértebras cervicais. Elas são responsáveis pelo girar do pescoço. Na verdade são os músculos que fazem o movimento e não as vértebras, mas elas dão o sustento para eles virarem a cabeça de um lado para outro, olhar para o chão ou para cima e ainda girar a cabeça.
É daí que vem o termo ” Cerviz“, que é considerada a parte de trás do pescoço que engloba todo este conjunto de músculos, nervos e ossos. Era comum nos tempos antigos, e ainda hoje em alguns países muito pobres do oriente, muitos trabalhadores passarem cordas ou panos  em volta da cerviz para carregar baldes e outros tipos de recipientes pesados.
Quando a bíblia diz que uma pessoa tem “dura cerviz” está dizendo  que ela não se dobra a autoridade, resiste fortemente a submter-se a outrem. É claro que aquele que resiste, não reconhece a autoridade delegada àquele que está trazendo o tratar de Deus.
Quando Deus falou a seu povo de Israel ou Judá (lembre-se de que eram dois reinos distintos), muitas vezes o povo resistiu de tal modo que atribuia às palavras de Deus, ou a ação humana, ou ainda a obra de Satanás. Veja esta passagem a respeito do que diziam de Jesus:  “Os fariseus, porém, diziam: É pelo príncipe dos demônios que ele expulsa os demônios. ” Mateus 9:34
Também perguntaram o seguinte a Jesus: ” E, chegando ao templo, acercaram-se dele, estando já ensinando, os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo, dizendo: Com que autoridade fazes isto? e quem te deu tal autoridade? ” Mateus 21:23
No antigo testamento os exemplos mais contundentes estão no livro do profeta Jeremias que  teve a sua profecia desprezada e mal julgada como não sendo de Deus ou como o povo simplesmente dizendo ” quanto ao que nos falaste em nome do Senhor…. “Não te ouviremos nem te obedeceremos”.
Quando pensarmos em dura cerviz devemos pensar em um porco. O Porco tem a mais dura cerviz entre os animais e que o obriga a olhar permanentemente para baixo, para o chão. A cerviz do porco impede que levante totalmente sua cabeça para cima, mas não seus olhos. Por isso, a tendência deste animal também é olhar quase que permanentemente para baixo.

O tipo que pessoa que a bíblia chama de “homem carnal” também faz o mesmo quando possui uma “Dura cerviz“.  Veja o que diz este texto de Paulo:
“Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. “
1 Coríntios 2:14
Neste tempos de muito joio semeado no meio do trigo, vejo que há muitos servos de Deus que se habituaram com a palavra trazida por outros: um pastor, um padre, um amigo… mas não buscam pessoalmente um tratar profundo do Senhor em seus próprios corações e acabam se contentando com tratares alheios (Palavras que Deus “revelou” a outros) e se tornam como Jó que disse no fim de seu livro que antes conhecia o Senhor “só de ouvir”…
E eis o grande problema atual: muitos ouvem tanto o discurso do “Não aceito!” e o discurso do  ” Deus vai ter que dar, senão ele não é Deus!” além do  “Venha pegar o teu milagre! ” ( * esse então parece quitanda oferecendo frutas na feira)  que acabam por ficarem confundidos nesta nova versão de Babel que se tornou o cristianismo atual, em especial o midiático que enfatiza o tempo todo que sofrimento algum pode vir de Deus e que ele dará vitória a todos indistintamente nesta terra, independentemente de viverem uma vida injusta e desagradarem a Deus,basta fazer um depósito bancário em favor da igreja tal ou se visitar a denominação que está anunciando tais palavras no rádio ou TV.
Isso é, no mínimo, uma imprudência porque pode levar as pessoas que creem nestes discursos a um erro fatal que pode levá-las até a  morte espiritual, pois certamente irão se “decepcionar com Deus” ou pelo menos com aquilo que acreditavam serem “suas promessas…”
Ao contrário do porco, que olha para baixo, o homem espiritual deve olhar para as coisas do alto assim como disse Paulo aos Colossenses:
“Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; ” Colossenses 3:1-2
O problema atual é que há milhões de pessoas pensando em Deus como um meroacessório para a sua própria felicidade. Julgam que a vida espiritual é um táxi, no qual se entra e se vai para onde se quiser ir, no entanto a realidade de servir a Deus é muito mais parecida com o andar de um ônibus, no qual Jesus Cristo é o condutor e nós somos os passageiros que devemos seguir os caminhos traçados por ele.
Há muito da visão distorcida sobre o  povo cristão nos dias de Hoje. Não consigo imaginar Jesus dizendo: “Eu não aceito !” ou ainda ” Se tu não fizeres tal coisa, óh pai… tu não és Deus…” Expressões que são verdadeiras heresias.
Creio que o dom mais necessário à igreja nos dias atuais seja o do discernimento, pois criam-se maquetes pré-concebidas de Deus que impedem os cristãos sequer de reconhecem a sua voz quando ele nos fala hoje.
Se Deus disser que está por vir sofrimento a terra, logo ouviremos: ” eu renuncio a isto… em nome de Jesus….” Eu sou justo e Deus jamais me deixará passar por isso…” “Deus vai nos arrebatar antes da grande tribulação!” Pode ser que sim, mas pode ser que não! Há evangelistas que acreditam que o tempo da tribulação será o que terá a maior colheita espiritual de todos os tempos porque as conversões, mesmo não sendo muitas serão profundas.
Há um sociólogo holandês, Geert Hostede, que afirma que cultura é a programação coletiva da mente. No meio da desordem e aberrações teológicas atuais, as mentes estãoprogramadas para viverem o humanismo e não o Cristianismo ensinado por nosso Senhor Jesus Cristo.
Jesus conta a parábola de Dois homens que oravam no templo, um se achava justo e outro pecador. O que se achava justo, arrogantemente  menosprezava  o outro. O mesmo menosprezo deste (“que se achava”) é o que acompanhava o jovem rico a quem Jesus mandou ele vender todos os seus bens e dar aos pobres…
Hoje há pessoas possuídas por um tal grau de arrogância espiritual que  dizem “jamais Deus me deixará passar por isso ou aquilo…”
basta vermos a vida de Jó para desfazermos num segundo este pensamento, ou lermos o capítulo 8 de Romanos  ou ainda Segunda Coríntios Capítulo 11.
Não, estas passagens não fazem parte da bíblia destas pessoas que tem a cerviz muito dura e são bebezinhos que suportam ouvir somente palavras de “Bençãos…”
Que Deus tire o coração duro de pedra que há em nós e nos dê um coração mole de carne, quem sabe assim a nossa cerviz se dobrará finalmente ao Senhor dos Senhores e rei dos Reis.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Crescendo como o Líbano

"O justo florescerá como palmeira; crescerá como cedro no Líbano" Sl 92:12

 Crescimento Lento Mas Consistente.
Sabemos acerca do Cedro do Líbano que ele cresce devagar, mas chega a atingir a altura de até 40 metros. Nos primeiros três anos de vida, as raízes crescem até um metro e meio de profundidade, enquanto a planta tem somente cerca de cinco centímetros. Somente a partir do quarto ano é que a árvore começa a crescer. O Cristão é como o cedro do Líbano, e portanto, tem a promessa de crescer. Ainda que o seu crescimento seja lento conforme a experiência do cedro, ele acontecerá e se tornará visível a todos. A preocupação do filho de Deus, principalmente nos primeiros anos da vida cristã, não deve estar no crescimento em si, mas no lançar das suas raízes. Lembre-se do fato de que nos três primeiros anos o cedro possui raízes de um metro e meio de profundidade enquanto a planta apresenta apenas cinco centímetros.


Entendemos, portanto, que o foco está no lançar das raízes muito mais do que nas evidências externas. Notamos muitas pessoas preocupadas porque não percebem que estão crescendo espiritualmente. Provavelmente estejam esperando frutos visíveis, ministérios estabelecidos, ou alguma evidência externa de que estão crescendo em Deus. No entanto, como o cedro, não deveríamos estar tão focados nessas evidências externas, se verdadeiramente nos ocuparmos em aprofundar as nossas raízes. Fazemos isso através da leitura da Palavra, da assimilação dos Seus princípios e da devida aplicação na vida prática. A essência da Palavra de Deus é o AMOR. Quanto mais nos exercitamos no Amor a Deus e ao próximo, mais profundas serão nossas raízes, e depois, no seu devido tempo, passaremos a manifestar um crescimento gradativo. “e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade” (Efésios 3:17-18 )

 Raízes que Buscam as Águas Profundas
Outra verdade interessante é que o cedro do Líbano é muito resistente e suporta vento e calor. Suas raízes profundas buscam água nos lençóis freáticos e por isso ele não depende de chuva. Assim deve ser o cristão. Para crescer à semelhança do cedro ele não pode viver na dependência dos fatores externos. Ele precisa aprender a aprofundar as suas raízes a fim de buscar alimento e provisão mesmo em condições desfavoráveis de seca, calor e ausência de chuvas. Há quem diga que deixou de crescer espiritualmente por causa da falta de espiritualidade da sua igreja local. Às vezes nos queixamos da própria família por não nos propiciar as condições favoráveis para o êxito em alguma área da vida.

Nas mais diversas ocasiões, se nos descuidarmos, estaremos sempre achando um bode expiatório para os nossos fracassos. No entanto, o ensino bíblico nos mostra que apesar da ausência de chuvas ou de fatores externos extremamente desfavoráveis, há de se encontrar as águas mais profundas. Aquelas que se acham quando são buscadas. Não estão na superfície da indiferença nem da preguiça. Não estão no limiar do conformismo ou da apatia espiritual. Elas estão no lugar da fome e da sede de Deus. Elas se encontram no lugar do desejo de ser alguém para Deus e para o mundo. “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.” (Jeremias 29:13 )

Raízes Que Abraçam a Rocha
Há informações de que toda raiz quando cresce muito e atinge a rocha pára de crescer. No caso do cedro do Líbano a raiz continua a crescer em volta da rocha, abraçando-a. Enquanto algumas raízes vêem na rocha um impedimento para a sua expansão, para o cedro, justamente o contrário. Quanto mais abraçado à rocha mais firme ficará. Para muitos o encontro com a rocha fará cessar o seu crescimento. Refiro-me aos que vivem fora da Palavra de Deus. Eles vão crescendo e desenvolvendo seus projetos pessoais até esbarrarem em Cristo e em Seus imutáveis princípios. Não podem prosperar à maneira de Deus porque seus métodos, fórmulas, motivações e ações são condenados por Ele.

Não é assim com o justo que continua crescendo até suas raízes se firmarem na rocha, abraçando-a e estabelecendo uma relação de maior intimidade. Para vós outros, portanto, os que credes, é a preciosidade; mas, para os descrentes, A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular e: Pedra de tropeço e rocha de ofensa. São estes os que tropeçam na palavra, sendo desobedientes, para o que também foram postos.” (1 Pedro 2:7-8 )

domingo, 28 de abril de 2013

Aproveitando as Oportunidaes

Este breve texto é mais uma reflexão pessoal .

Eu estava lembrando de alguns momentos que vivi na minha adolescência. No inicio da minha caminhada com Cristo. Os bons momentos que vivi, as experiências que passei e o Senhor me fez vê o quão importante é aproveitarmos as oportunidades, pois cada uma delas tem seu momento. É como uma locomotiva que passa e uma vez perdida, já foi. Só uma proxima  e nehuma é como a outra. Cada viagem tem seu encanto.

A palavra do Senhor nos fala sobre isto em Efésios 5:16 " .. remindo o tempo". Aproveitando o tempo.

Cada momento, cada oportunidade que o Senhor nos concede não deve passar desapercebida, mas devemos aproveitá-la e usá-la para engrandecer ao Senhor.

Na palavra do Senhor encontramos tantos exemplos de pessoas que souberam usar a oportunidade concedida por Deus e foram abençoados ou foram um instrumento de Deus para abençoar vidas.

- Veja a pequena serva de Naamã, tão jovem, tão singela.  Foi instrumento de Deus para que Naamã fosse curado, não somente da LEPRA, mas também em seu caráter ( II Reis 5)

- Outro belo exemplo é o de Zaqueu. Ele esperou a oportunidade certa para se achegar a Jesus. Não poupou esforços. Subiu numa árvore, recebeu Jesus em sua casa e foi transformado, liberto. Mas isto só foi possível porque ele não deixou a oportunidade passar.

_ Existem também aqueles que deixam as oportunidades escaparem e perdem a chance de serem abençoados.  em Lucas 19:42 -44   Jesus fala sobre a oportunidade maravilhosa que os Judeus tiverão de está com Ele não aproveitaram.

- Há também a história do jovem Rico que se achegou a Jesus, porém não abriu mão de seus bens para seguir a Cristo, perdeu a oportunidade pois não estava confiante na provisão do Senhor ( Marcos 10:17-23).

E você, têm aproveitado as oportunidades que o Senhor tem te dado. Tem escrito uma história de vida vitoriosa com Cristo, ou tem feito do seu próprio braço o seu baluarte?

Não perca as oportunidades, não se desvie de seu chamado!


A hora é agora! O dia é Hoje!

Não perca a oportunidade de ser abençoado ou de ser um abençoador!

Pense nisso!

Fica na paz

Poli Gloria



terça-feira, 16 de abril de 2013

“Água mole em Pedra dura, tanto bate até que fura.”

Encontrei esse artigo na net, e achei interessante! Leiam aí!

beijos POLI


Por Felipe Heiderich
29 de Janeiro de 2013
 
Quem nunca disse ou ouviu esse ditado popular?
Que poder teria a água, tão frágil e macia diante da poderosa e rochosa pedra? Como ela poderia lhe causar algum dano?
Seria ridículo pensar numa luta onde de um lado se encontrasse a doce, suave e molhada água e do outro a rígida, dura e forte pedra. Não haveria a menor condição de a água sair vitoriosa desta disputa, contudo quando olhamos para a natureza vemos inúmeros monumentos rochosos ou pedras moldadas pelas cachoeiras através do trabalho silencioso e persistente de gota após gota.
Nenhuma pedra acorda de manhã completamente mudada e transformada pela água. Foram necessários dias, semanas, meses e muitas vezes anos para que o trabalho fosse realizado.
Quando olho para nossas vidas e me pergunto qual é a água que tem me moldado, será que sou daqueles que se conformam, por que afinal, a água continua jorrando e o que eu posso fazer para impedir? Será que eu adquiro o mesmo formato de todo mundo deste “rio” chamado geração, “por aqui sempre se faz assim?”.
Nosso problema muitas vezes é subestimar o poder de uma gota perseverante. Olhamos para alguma área da nossa vida que não está bem, ou para algum pecadinho oculto e, simplesmente dizemos: “eu sou forte, eu venço sozinho, não preciso me preocupar com isso!”. Mas dia após dia, essa gotinha bate na porta do seu coração. Nos primeiros dias você resiste fortemente, mas com o passar do tempo você começa a se acostumar com o som dessa gotinha. Mais tempo se passa e você já não acha mais estranho o toque dela na porta do seu coração.
Como uma gota poderia influenciar uma forte pedra?
Mas a gota é persistente e um dia, quando você menos espera, ela já fez seu trabalho e você já foi domado por aquilo que julgava não ter valor.
Quanto mais o tempo passa, mais eu aprendo que preciso ter Cristo em todas as áreas da minha vida. Não existe área em mim que não precise da intervenção dEle. Ele tem que estar em todas elas. Eu não sou forte o bastante para me curar sozinho ou para esconder um pecadinho achando que ele nunca vai me vencer. É preciso ter Cristo em todas as esferas e saber que não há problemas nenhum em admitir fraqueza.
Prefiro admitir fraqueza e ser curado a ter a cabeça empinada com o coração doente.
A única água que pode e deve fazer parte da nossa vida, nos moldando e remoldando do jeito que ela quiser, é a água que jorra do trono dos céus. Essa tem total liberdade, pois transforma a pedra em coração.
Na paz d’Aquele que nos lava, limpa, renova, transforma e sacia.

Felipe Heiderich
Pastor e apresentador de TV

terça-feira, 2 de abril de 2013

Lições da arca de Noé



 
Tempos atrás me deparei com um texto cujo título era: “Tudo o que eu preciso saber a respeito da vida, aprendi com a arca de Noé”. Não me recordo quem foi o autor. Contudo, gostaria de apresentar essa lista com meus comentários. São observações simples, mas profundas.
Todos nós já ouvimos falar sobre “a arca de Noé”, um barco que segundo a bíblia (Gênesis 5-9) foi construído ao longo de 120 anos e serviu para proteger Noé, sua família e casais de todas as espécies de animais, do dilúvio que cobriu a terra. Esse relato contem lições valiosas para a nossa vida.
  • Não perca o barco. Algumas oportunidades se apresentam em raras ocasiões – uma só vez na vida! Quando surgem, precisamos estar prontos para responder a elas, mesmo sem ter certeza dos resultados.
  • Lembre-se que estamos todos no mesmo barco. Quando enfrentamos desafios difíceis, diferenças bobas deixam de ser tão importantes quanto pensávamos que fossem. Combine os recursos e trabalhe com outras pessoas para alcançar êxito.
  • Planeje com antecipação. Não estava chovendo quando Noé construiu a arca. Alguns esperam até que ocorra uma crise para então, determinar como responder a ela. Planejamento pró-ativo, antecipando problemas potenciais e adoção de medidas para vencê-los são atitudes sábias.
  • Esteja em forma. Quando você tiver 600 anos de idade, pode ser que lhe peçam para fazer algo realmente grande. às vezes, falamos sobre alguém que já não está na “flor da mocidade”. Na maioria dos casos, experiência e habilidade não conhecem limitações. Assim, esteja preparado para responder quando necessário.
  • Não dê ouvidos aos críticos. Prossiga com o trabalho que precisa ser feito. Sempre que você adotar um curso de ação que esteja fora das normas irá se confrontar com criticadores. Firme-se em suas convicções e continue o trabalho que acredita ser necessário, apesar da oposição.
  • Construa. Vivemos em um mundo em que demolir e destruir parece estar na moda. Os melhores líderes são os que constroem, criam e realizam melhoramentos positivos para o aperfeiçoamento de todos.
  • Em nome da segurança, viaje aos pares. Existe perigo em ser um homem solitário. Émelhor juntar-se e formar equipe com outras pessoas.
  • Rapidez nem sempre é vantagem. As cobras estão a bordo juntamente com os leopardos. Se você não dispõe de tempo bastante para fazer algo de forma correta da primeira vez, por que acha que vai haver tempo suficiente para fazer tudo de novo?
  • Quando estiver estressado, bóie durante algum tempo. Quando os desafios se acumulam, muitas vezes somos tentados a fazer algo, qualquer coisa, mesmo que seja errado. Às vezes, porém, o melhor a fazer é estar quieto e esperar.
  • A arca foi construída por amadores e o Titanic por profissionais. Credenciais que impressionam não garantem o sucesso de um empreendimento. Trabalho árduo e bom senso podem realizar maravilhas.
  • Não importa a tempestade, quando se está com Deus, há sempre um arco-íris á espera. A bíblia afirma: “Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o Seu propósito” Romanos 8:8. Isto ás vezes nos soa banal, mas é verdadeiro, mesmo quando aparentemente parece improvável.
Texto de Robert J Tamasy, adaptado por Eude Martins.