quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Liderança não se impõe, conquista-se


Seja conhecido
Você deve conhecer pessoalmente todas as pessoas de sua equipe. Escute com atenção todas as informações que sua equipe lhe repassa e anote-as.
Cautela no momento das mudanças

Seja cauteloso caso deseje efetuar mudanças, caso você seja novo na função de líder. Mudanças repentinas poderão dar a impressão de que você não está aprovando as ações realizadas pelos membros da equipe e nem está valorizando-as. As mudanças imediatistas costumam ter resultados desagradáveis.
Conheça sua equipe
Tenha acesso às informações das pessoas de sua equipe, normalmente estas informações são fornecidas pelo setor de recursos humanos ou departamento de pessoal da empresa.

Analisar e verificar as pastas de treinamento de cada membro, quais cursos realizou e qual sua formação e conhecimentos.
Verificar a assiduidade das pessoas na empresa, e ainda o prontuário médico, pois assim você poderá ter acesso ao modelo comportamental de cada pessoa.

Ter acesso ao registro de ocorrência disciplinar de cada indivíduo poderá fazer com que você antecipe algumas atitudes na hora de tomar decisões. Identificar futuras lideranças. 
Ter o apoio das pessoas de referência na equipe é de suma importância, por isso identifique-os o mais brevemente possível e valorize as atividades por ele efetuadas e assim você terá apoio destas possíveis lideranças no decorrer de suas atividades na função de liderar.
Reuniões ajudam
Reunião de apresentação é um bom caminho ao assumir uma equipe. Usufrua desta reunião para apresentar-se e para verificar as necessidades e desejos de sua equipe. É bom preparar um cronograma para seguir e não fugir do assunto para qual foi planejada a reunião. A seguir, algumas orientações que podem servir de apoio:

Conte sua trajetória dentro da empresa se você estiver sendo promovido ou, caso contrário, a trajetória de sua carreira profissional.

Informe para que você foi contratado e o que a empresa está esperando de você.

Coloque em pauta assuntos pertinentes ao trabalho e a atuação da equipe e faça com que os membros participem.

Caso surjam assuntos que necessitem de informações fora de seu alcance naquele momento, anote-os, procure resolvê-los e posicione sua equipe com uma resolução para cada questionamento, individualmente ou em uma nova reunião.

Para encerrar, agradeça a todos os participantes e valorize a importância da presença de cada um da equipe naquela reunião.
E o mais importante, não deixe de fazer tudo que prometeu.
Não dê ouvidos para tudo
Sabemos muito bem que há um mal instalado na maioria das empresas e, consequentemente, nas equipes de trabalho, a tal da fofoca. Ignore-a sempre, ela só trás desentendimento entre os membros da equipe e perturbação na condução das atividades de toda a equipe. Acabe com a fofoca imediatamente, antes que haja uma contaminação no ambiente de trabalho.
Aja positivamente
Suas atitudes sempre serão observadas e copiadas pelos seus liderados, portanto mantenha-se e aja sempre com postura profissional e ética. Atue sempre positivamente e isso será repetido por toda sua equipe e você servirá de referência para a empresa.
Conhecer seus objetivos
Tenha claro em sua mente seus objetivos e propósitos e assim você conseguirá transmitir com clareza as determinações confiadas a você pela diretoria da empresa. Expresse constantemente os objetivos da empresa para toda a equipe e os motivos pela qual estão trabalhando.
Lembre-se que, para ser um líder, você nunca pode estar desinformado e muito menos parar de adquirir conhecimentos. Tenha sempre a certeza de que você possui a melhor ferramenta disponível no mercado para liderar uma equipe, a sua mente
http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/lideranca-nao-se-impoe-conquista-se/87018/

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Ministério de Louvor

Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias
1 Coríntios 1:27
Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias
1 Coríntios 1:27

Artigo: 30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer

O ministro de louvor Ronaldo Bezerra nos enviou um ótimo artigo para ministros de louvor, dança e também técnicos de som. 

O tema da matéria é: "30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer", e você confere na íntegra abaixo: 

1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração 

- Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15). 

A) Aspecto espiritual 

- É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”. 

- Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito. 

- Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar. 

B) Aspecto musical 

- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento. 

- Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras. 

- É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas. 

- Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc. 

- Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam. 

2- Nunca preparar a ministração 

- Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra. 

- Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc. 

- Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes. 

- Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor! 

3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação 

- O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança. 

- Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”. 

4- Não aceitar as críticas 

- Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer. 

- Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja. 

5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor 

- Não seja “juiz” das pessoas. 

- Mostre a graça de Deus e o amor. 

- Não seja grosseiro e indelicado. 

- Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora. 

- Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração. 

- Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim. 

- Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas. 

6- Utilizar o púlpito para desabafar 

- Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia! 

- Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4). 

7- Gritaria 

- Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis. 

- Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40). 

- Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade. 

- Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados. 

8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração 

- Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos, aquele que errou. 

- Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem expor nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem somos. 

- Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros. 

9- Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado 

- Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado! 

- Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto. 

10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração 

- Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua! 

- Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público. 

- Evite deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc. 

11- Contar histórias ou piadas fora de hora 

- Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido. 

- Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas. 

12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção 

- É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais. 

- É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais. 

- Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração. 

- Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação. 

13- Exagerar nos improvisos 

- A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música. 

- Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais! 

- Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical. 

- Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores. 

- Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu cd solo. 

- Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias. 

- Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado. 

14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos 

- Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos! 

- A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz. 

15- Comunicação inadequada ao tipo de público 

- Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa. 

- Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando. 

16- Vestimenta inadequada 

- Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando. 

- Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc. 

- Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos. 

17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado 

- Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque! 

- Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo. 

18- Cantar fora da tessitura vocal 

- A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos. 

- Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar. 

- O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais. 

19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião 

- Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um cd por exemplo. 

- Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino. 

20- Cantar muitas músicas num período curto de ministração 

- Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor). 

- Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente. 

- Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário. 

21- Ensinar muitas canções num período de ministração 

- Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia. 

- Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão. 

22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações 

- A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente. 

- Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar, significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc. 

23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo 

- É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa. 

- Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo. 

24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados 

- Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas. 

- Cantemos cânticos teologicamente corretos 

- Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou. 

25- Imitar outros ministros 

- Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu. 

- Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc. 

- Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc. 

- Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito! 

- É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleguinha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim...”) 

26- Deixar o auditório em pé por muito tempo 

- Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente. 

- Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado. 

27- Deixar de participar de outros momentos do culto 

- Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc. 

- Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus! 

28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som 

- É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área. 

- Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes. 

- Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado. 

- Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total! 

- Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som. 

- Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo. 

- Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração. 

- Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus. 

29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança 

- Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar. 

- Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada. 

- Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual. 

- Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante. 

30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria 

- Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus. 

- Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério. 

- O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria...” (Sl 100:2). 

- Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério! 

Escrito por Ronaldo Bezerra - Publicado no Supergospel com autorização 

O artigo acima foi escrito pelo Ronaldo Bezerra, quem quiser entrar em contato com ele, atente para os contatos abaixo. 

“Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso” – II Cr 29:11 

Ronaldo Bezerra - Contato ( Shows e Eventos ) - (011) 6190-1839 (das 10hs as 17:30hs) ou (011) 7452-6038 - Falar com Gabriel Baldin. 

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http://www.supergospel.com.br/noticia_artigo-30-erros-que-o-ministro-de-louvor-no-pode-cometer_1359.html


Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias
1 Coríntios 1:27

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